quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Mil vagas para censor
CONCURSO - Tem gente que nasceu em século errado. Nos "anos de chumbo" teria uma grande vocação para trabalhar na Censura.
Foto: Cena de Terra em Transe de Glauber Rocha
terça-feira, 12 de novembro de 2013
O Flamengo e os 30 dinheiros de Judas
Quem conhece a história do Flamengo sabe como o Clube de Regatas surgiu a partir da iniciativa de um grupo de rapazes, sem muito dinheiro no bolso e parentes importantes, lutando para colocar um barco na Lagoa, competindo com bravura e paixão pela equipe que se formava. Depois veio a briga de um grupo de atletas do Fluminense que atravessou a rua e veio se unir com o grupo amadorístico, formando o setor do futebol.
O que marcou o Flamengo desde sua fundação foi a total identificação com a população pobre de rua, ao contrário do tricolor que era um clube de elite da zona sul carioca. A transformação do rubro-negro em time popular foi uma questão de pouco tempo, embora o Vasco fosse o primeiro clube a trazer para dentro de seu espaço os negros até então renegados pela elite da época. O Bangu é uma outra história, pois era um clube de fábrica e a presença do negro era natural.
Como o Vasco da Gama estava identificado com a colônia portuguesa, muitos populares ficaram mais a vontade em aderir o popular Flamengo.
Por isso, nesta época de Arenas Modernosas, na qual a presença popular vem sendo expurgada dos estádios, dando lugar a um público de maior capacidade financeira (o fim da geral é um exemplo desse quadro), a decisão da diretoria do Flamengo em colocar nas nuvens o preço do ingresso para a partida decisiva da Copa do Brasil, contra o Atlético Paranaense, é um verdadeiro atentado às tradições do rubro-negro.
O Hino popular do Flamengo diz que "eu teria um desgosto profundo se faltasse o Flamengo no mundo" e menciona até Jesus, mostrando a aflição e abnegação dos torcedores em um clássico contra o Fluminense, conforme os versos de Lamartine Babo.
PS: Jesus é o Mestre que em sua época foi vendido por 30 dinheiros por Judas, um discípulo que achava que dinheiro era tudo no mundo.
O que marcou o Flamengo desde sua fundação foi a total identificação com a população pobre de rua, ao contrário do tricolor que era um clube de elite da zona sul carioca. A transformação do rubro-negro em time popular foi uma questão de pouco tempo, embora o Vasco fosse o primeiro clube a trazer para dentro de seu espaço os negros até então renegados pela elite da época. O Bangu é uma outra história, pois era um clube de fábrica e a presença do negro era natural.
Como o Vasco da Gama estava identificado com a colônia portuguesa, muitos populares ficaram mais a vontade em aderir o popular Flamengo.
Por isso, nesta época de Arenas Modernosas, na qual a presença popular vem sendo expurgada dos estádios, dando lugar a um público de maior capacidade financeira (o fim da geral é um exemplo desse quadro), a decisão da diretoria do Flamengo em colocar nas nuvens o preço do ingresso para a partida decisiva da Copa do Brasil, contra o Atlético Paranaense, é um verdadeiro atentado às tradições do rubro-negro.
O Hino popular do Flamengo diz que "eu teria um desgosto profundo se faltasse o Flamengo no mundo" e menciona até Jesus, mostrando a aflição e abnegação dos torcedores em um clássico contra o Fluminense, conforme os versos de Lamartine Babo.
PS: Jesus é o Mestre que em sua época foi vendido por 30 dinheiros por Judas, um discípulo que achava que dinheiro era tudo no mundo.
jornalismo carioca
Estou pisando em ovos
com medo de quebrar
a casca frágil de um certo
jornalismo cheio de regras e
falsas virtudes.
jornalismo carioca
que tem medo de ver a gema do ovo
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Auto-promoção 1: ameaça de rebaixamento
Por sugestão de uma amiga entrei para um desses grupos fechados de justiça. Em alguns as coisas fluem tranquilas, mas em outros há uma grande vocação a censores por parte de alguns participantes. Uma integrante me acusou de auto-promoção da seguinte forma. Pelo que entendi estou ameaçado de rebaixamento:
Peço, por gentileza, que....... e Mauricio Figueiredo fiquem atentos às regras do grupo, em especial, as que são relacionadas à auto-promoção pessoal ou profissional. Obrigada!
Então respondi: Gostaria que me apontasse onde foi feita auto-promoção de minha parte. Desde agora peço perdão!
Ela respondeu: Promoção da matéria sobre o Fluminense que, inclusive, foi denunciada por membros à moderação.
Do que se trata: Matéria com o título "A queda do império tricolor" veiculada no blog www.ardbola.blogspot.com.br referindo-se ao Fluminense ter caído para a zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro.
Para encerrar o assunto escrevi: Que susto... pensei que fosse alguma outra coisa!!!
_____________________________________________________________________________
Auto-promoção 2: se me derem um cacau!
Tem gente que gosta de promover políticos: Lula, FHC, Dilma, Aécio, Marina, Vargas, Fidel, Kennedy, Obama, Chavez. Ou artistas: Pelé, Robertos, Caetanos, Gils, Chicos, etc. Ou empresas, ou igrejas, jornais e revistas.
Nada contra: se me derem um cacau também estou pronto para a divulgação.
Mas, no momento, só tenho condições de me auto-promover e as coisas que eu faço ou participo:
www.agenciareporterdigital.com.br
www.ardbola.blogspot.com.br
www.aprovacaoautomatica.blogspot.com.br
www.apagadordigita.blogspot.com.br
www.ardgospel.blogspot.com.br
Nada contra: se me derem um cacau também estou pronto para a divulgação.
Mas, no momento, só tenho condições de me auto-promover e as coisas que eu faço ou participo:
www.agenciareporterdigital.com.br
www.ardbola.blogspot.com.br
www.aprovacaoautomatica.blogspot.com.br
www.apagadordigita.blogspot.com.br
www.ardgospel.blogspot.com.br
Auto-promoção3: meu carro é vermelho!
O Bom
Eduardo Araújo
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Meu carro é vermelho
Não uso espelho pra me pentear
Botinha sem meia
E só na areia eu sei trabalhar
Cabelo na testa, sou o dono da festa
Pertenço aos Dez Mais
Se você quiser experimentar
Sei que vai gostar
Meu carro é vermelho
Não uso espelho pra me pentear
Botinha sem meia
E só na areia eu sei trabalhar
Cabelo na testa, sou o dono da festa
Pertenço aos Dez Mais
Se você quiser experimentar
Sei que vai gostar
Quando eu apareço o comentário é geral
- Ele é o bom, é o bom demais
Ter muitas garotas para mim é normal
Eu sou o bom, entre os Dez Mais
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Meu carro é vermelho
Não uso espelho pra me pentear
Botinha sem meia
E só na areia eu sei trabalhar
Cabelo na testa, sou o dono da festa
Pertenço aos Dez Mais
Se você quiser experimentar
Sei que vai gostar
Quando eu apareço o comentário é geral
- Ele é o bom, é o bom demais
Ter muitas garotas para mim é normal
Eu sou o bom, entre os Dez Mais
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Meu carro é vermelho
Não uso espelho pra me pentear
Botinha sem meia
E só na areia eu sei trabalhar
Cabelo na testa, sou o dono da festa
Pertenço aos Dez Mais
Se você quiser experimentar
Sei que vai gostar
Meu carro é vermelho
Não uso espelho pra me pentear
Botinha sem meia
E só na areia eu sei trabalhar
Cabelo na testa, sou o dono da festa
Pertenço aos Dez Mais
Se você quiser experimentar
Sei que vai gostar
Quando eu apareço o comentário é geral
- Ele é o bom, é o bom demais
Ter muitas garotas para mim é normal
Eu sou o bom, entre os Dez Mais
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Meu carro é vermelho
Não uso espelho pra me pentear
Botinha sem meia
E só na areia eu sei trabalhar
Cabelo na testa, sou o dono da festa
Pertenço aos Dez Mais
Se você quiser experimentar
Sei que vai gostar
Quando eu apareço o comentário é geral
- Ele é o bom, é o bom demais
Ter muitas garotas para mim é normal
Eu sou o bom, entre os Dez Mais
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
Ele é o bom, é o bom, é o bom
sábado, 2 de novembro de 2013
Gato Bin
Quando o gato Bin chegou lá em casa, magro, doente, maltratado, com seus olhos
avermelhados e seu rosnar como o de um cachorro bravo, apesar de gato gerou um
certo clima de apreensão. Traiçoeiro, sempre pronto para o ataque, pagando com o
amor que lhe era dado, com marcas cruéis de unhadas e dentadas.
A cada carinho respondia com ódio. A cada revolta lhe davam mais carinho,
proteção, alimento e agasalhos. Foi viver com minha filha em outra casa, com
outros gatos e cachorros. Aos poucos foi mudando de comportamento. De selvagem
passou a ser apenas gato. E bem velhinho passeava imponente como um rei por
entre os outros gatos. Até que um dia deu um suspiro e um grunhido e foi embora
para o Paraíso dos Gatos.
avermelhados e seu rosnar como o de um cachorro bravo, apesar de gato gerou um
certo clima de apreensão. Traiçoeiro, sempre pronto para o ataque, pagando com o
amor que lhe era dado, com marcas cruéis de unhadas e dentadas.
A cada carinho respondia com ódio. A cada revolta lhe davam mais carinho,
proteção, alimento e agasalhos. Foi viver com minha filha em outra casa, com
outros gatos e cachorros. Aos poucos foi mudando de comportamento. De selvagem
passou a ser apenas gato. E bem velhinho passeava imponente como um rei por
entre os outros gatos. Até que um dia deu um suspiro e um grunhido e foi embora
para o Paraíso dos Gatos.
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