FUTEBOL DE RUA:
DONO DA FARMÁCIA NÃO
VAI MAIS BANCAR O TIME
A turma da rua está em polvorosa. Depois de três anos o dono da Farmácia descobriu
que o filho vinha bancando o time do campinho. Uniforme, roupa lavada, spray contra
contusão, gaze, esparadrapo, tiquete alimentação, etc. Com o fim da mordomia, muitos
craques pensam em cair fora...
terça-feira, 10 de setembro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
Garrard-Gradiente
Paulinho Figueiredo me levou no Rei da Voz para comprar. Era no tempo do Capitalismo Selvagem em que as coisas eram fabricadas para durar. A Garrard era holandesa - e só os ricaços é que tinham. A Gradiente era brasileirinha... Um belo dia a brasileirinha comprou a holandesa... E o mundo mais uma vez se curvou ao Brasil. Parece até a seleção do Felipão...
Os automóveis ardem em chamas!
NA MINHA VITROLA
GARRARD-GRADIENTE
Ouvindo aquele antigo compositor baiano:
"Me dê um beijo, meu amor. Eles estão nos esperando. Os automóveis ardem em chamas.
Derrubar as prateleiras. As estátuas, as estantes. As vidraças, louças, livros, sim
Eu digo sim. Eu digo não ao não. Eu digo. É proibido proibir. É proibido proibir
É proibido proibir. É proibido proibir" (Caetano Veloso)
GARRARD-GRADIENTE
Ouvindo aquele antigo compositor baiano:
"Me dê um beijo, meu amor. Eles estão nos esperando. Os automóveis ardem em chamas.
Derrubar as prateleiras. As estátuas, as estantes. As vidraças, louças, livros, sim
Eu digo sim. Eu digo não ao não. Eu digo. É proibido proibir. É proibido proibir
É proibido proibir. É proibido proibir" (Caetano Veloso)
Nós, os Ninjas do Cairu
Um dia desses me bateu a nostalgia dos anos 60 e fui ao Méier pegar uma segunda via do certificado de conclusão do segundo grau. Foi com saudosismo que visitei o meu antigo colégio Visconde de Cairu... Foi só pelo lado de fora... As antigas e belas escadarias mal tratadas, cheias de poças de água e goteiras e a fachada que não deve ver uma pintura há anos... Fui somente na secretaria logo no primeiro andar. A grande novidade é uma moderna catraca eletrônica...
Há algum tempo recebi contato de um pessoal - como eu - expulso em 1968 da rede estadual de ensino do Rio por ter integrado o movimento estudantil. O pessoal estava se organizando para entrar com uma ação pedindo indenização ao governo. Nós do Cairu fizemos uma greve de quase 15 dias, algo inédito no segmento de nível fundamental e médio, cujos movimentos não passavam de 3 dias, sendo logo abafado pela repressão dos diretores.
Voltar ao Cairu é sentir na pele o significado da canção "Coração de Estudante" que fala em uma geração tolhida em seu crescimento (quem canta é o Milton Nascimento, com música do Vagner Tiso). Fiquei com vergonha de participar do grupo que cobra um "cacau" de nossa generosa "Pátria Mãe Gentil", na qual tantos, por muito menos, assaltam impunemente os cofres dia e noite sem parar. Ainda vivo um pouco a ilusão da canção de Macalé: "Não preciso de muito dinheiro, graças a Deus..."
O Cairu estava vazio, por causa da greve dos servidores e professores. Não sei como o velho colégio anda das pernas em termos de qualidade do ensino, que tem algo muito mais adiante do que simples médias nas disciplinas registradas no currículo ou rendimento nos diversos rankings com base em testes de avaliação. Caráter e vergonha na cara, como queria Capistrano de Abreu, em sua nova Constituição para o Brasil, nem sempre são fáceis de avaliar, pois há muitos lobos vestidos com peles de cordeiro...
Meu amigo, Benito Alemparte me escreve falando da incitação do Caetano Veloso aos jovens manifestantes Ninjas. Meu lado de senhor idoso fala mais alto, tentando conter o ímpeto de minhas filhas, genros e netas com a visão incendiária que muitos jovens possuem diante de tantas e tantas bandaleiras que ameaçam o futuro dos novos que chegam. Faço como minha velha mãe fazia comigo e peço aos céus proteção para eles e para todas a meninada desconhecida que põe a cara à tapa, mesmo protegida por uma máscara negra, enquanto muitos criminosos aparecem de cara limpa clamando por absolvição.
Lembro do Caetano, com a canção incendiária "É proibido proibir": "derrubar as prateleiras, as estantes, os livros sim" e "os automóveis ardem em chamas na avenida, sim... E eu digo não ao não e é proibido proibir."
Às vezes também me dá nostalgia de 1968 - o ano que não terminou -. E diante da catraca do Cairu não sei como reagiria a minha geração do Adolfo, Eldo, Flavio Conrado Nobre, Mauro Paixão, Pimpinela (uma menina, desculpe pois esqueci o primeiro nome, em cujo apartamento nos reuníamos no Méier), o João Ronaldo Duboc e tantos outros que seguiram em frente.
Pensando bem: acho que temos direito a uma indenização. Nós os Ninjas do Colégio Estadual Visconde de Cairu.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Independência: Viva a dor de barriga!
É claro que a maioria dos livros históricos passa ao largo. Contudo, alguns pesquisadores que vão mais à fundo no assunto registram que no episódio da Independência do Brasil, no 7 de Setembro de 1822, Dom Pedro I ao receber comunicação da Corte no Rio, quando se encontrava próximo ao riacho Ipiranga, em São Paulo, que não passava de um mero córrego de água, tendo sido acometido antes por uma forte dor de barriga, tendo de se socorrer em um matinho, ao ler a carta comunicando que Portugal queria apertar o cerco com o o Brasil, fulo de raiva decretou a separação entre os dois países.
"Os laços fora soldados, não somos mais colônia de Portugal e o verde amarelo seja nossa divisa". É apenas licença poética que até hoje costuma-se usar na nossa História. A dor de barriga, no entanto, é fato.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Espionagem: "Meu nome é Bond; James Bond"
Chega a ser risível o episódio sobre a espionagem norte-americana e a meio mundo. Desde que o mundo é mundo, grandes países utilizam a espionagem como um dos instrumentos de seu poderio. Os Estados Unidos gastam bilhões e bilhões de dólares com a brincadeira. Seria cômico achar que essa dinheirama é para saber apenas se existe marcianos em Marte. James Bond, por exemplo, não é só ficção. Quando o bicho ameaça o Reino Unido e a rainha, ele tem licença plena para matar. E o Brasil ainda vai pedir explicações ao embaixador norte-americano...
Como fazer sucesso na rede 1
MEU AMIGO EINSTEIN
Há alguma coisa estranha no mundo. Com a explosão das redes sociais tivemos a oportunidade ímpar de vivermos rodeados de amigos geniais. Muitos que a gente conheceu no mundo corporativo, atrás de uma mesa mergulhado na telinha do computador e, quando muito, sabíamos pouca coisa a respeito, como o time de futebol, a escola de samba preferida, algum detalhe de viagem a Cancun ou a Nova York ou o relato de algum problema familiar ou de saúde, sem maiores aprofundamentos, são agora íntimos da gente por meio de suas postagens. De alguns passamos a saber a idade, local de nascimento realizações e barracos. Somos como um Obama colhendo dados de todo mundo.
Como fazer sucesso na rede 2 - História do Gato Getúlio -
Há alguma coisa estranha no mundo. Com a explosão das redes sociais tivemos a oportunidade ímpar de vivermos rodeados de amigos geniais. Muitos que a gente conheceu no mundo corporativo, atrás de uma mesa mergulhado na telinha do computador e, quando muito, sabíamos pouca coisa a respeito, como o time de futebol, a escola de samba preferida, algum detalhe de viagem a Cancun ou a Nova York ou o relato de algum problema familiar ou de saúde, sem maiores aprofundamentos, são agora íntimos da gente por meio de suas postagens. De alguns passamos a saber a idade, local de nascimento realizações e barracos. Somos como um Obama colhendo dados de todo mundo.
Como fazer sucesso na rede 2 - História do Gato Getúlio -
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