Programa Aprendiz é tema da
próxima exposição
A mostra comemorativa traz
a trajetória de 15 anos do Programa
O Programa Aprendiz – Música na Escola, no decorrer
da sua trajetória, já encantou a muitos com seus arranjos
e canções, além da descoberta de grandes jovens talentos
da música. Para comemorar os grandes momentos dessa
história, a Sala de Cultura Leila Diniz, espaço cultural
da Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro, recebe,
entre os dias 15 de junho a 04 de julho, a exposição
“Aprendiz: 15 anos de música e cidadania”.
Sob a curadoria de Alline Ourique, a mostra exibirá,
através de fotografias, o dia a dia das turmas, o
relacionamento entre professor e aluno, a prática
nas escolas, os ensaios em conjunto e os diversos
concertos que aconteceram durante os 15 anos
do Programa. Vale destacar a seção "Personagens",
que traz a história de seis (ex-)alunos, apresentando
fotos deles pequenos e nos dias atuais. Além disso,
uma linha do tempo trará os principais acontecimentos
dessa trajetória.
Durante o evento de abertura, que será no dia 15
de junho, às 18h, um sexteto de alunos representará
todos os estudantes do Programa em uma apresentação
que reunirá canções de grandes nomes da música
brasileira, como Chiquinha Gonzaga, Chico Buarque
e Villa-Lobos. A entrada é gratuita.
Serviço: Exposição “Aprendiz: 15 anos de música e cidadania” Data: de 15/06 a 04/07/16 Endereço: Rua Prof. Heitor Carrilho, 81 – Centro – Niterói/RJ Horário de visitação: segunda à sexta-feira, das 10h às 17h ENTRADA FRANCA |
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sábado, 11 de junho de 2016
Sala de Cultura Leila Diniz - Niterói
Museu da Justiça
“Dez Crimes de Chocaram o Rio” Exposição sobre 10 crimes que de grande repercussão que aconteceram no Rio de Janeiro. Baseada em série de reportagens produzidas pelo jornal O Globo. Até 21 de junho.
“Da Misericórdia à Justiça” o olhar do fotógrafo Aristides Corrêa Dutra evidencia marcos de quatro séculos e meio de história da cidade. Até 16 de julho.
domingo, 8 de maio de 2016
Sala Leila Diniz - Niterói
“Musas, negras e crespas” em destaque na Sala Leila Diniz
Exposição traz obras que abordam empoderamento feminino e exaltação da beleza negra
O protagonismo das mulheres negras poderá ser observado e admirado na Sala de Cultura Leila Diniz. Arte e ativismo estarão unidos na exposição “Musas, negras e crespas”, do artista Fabiano Fernandes, que retrata em seus quadros a força, o ritmo, a beleza, a ancestralidade e o poder das musas negras. A mostra acontece do dia 9 de maio até o dia 9 de junho, justamente na Sala que carrega o nome de uma das pioneiras na luta pelos direitos e liberdade das mulheres: a atriz niteroiense Leila Diniz.
O artista reuniu 15 telas que reproduzem as musas negras, desenhadas a lápis pastel, que traduzem a percepção que ele tem sobre elas. “A História do Brasil é repleta de personalidades negras que se destacaram e quase não são mencionadas nos livros. A beleza da mulher negra, durante anos, foi desprezada e encaixotada nos moldes europeus”, aponta. Para Fabiano, sua arte vem não só como um protesto à opressão, mas também como uma forma de exaltar a negritude e toda a sua beleza. “É difícil ser homem negro nesse país, imagine ser mulher negra! É uma luta dobrada contra o preconceito de raça e gênero", diz. Ele, que acompanha com muito orgulho a luta das mulheres negras por reconhecimento e protagonismo, conta que sua inspiração veio da história de resistência feminina que começou dentro de casa. “Sou negro, nascido numa família negra de periferia, em São Gonçalo. As mulheres da minha família são muito fortes, de muita personalidade. Avós, mãe, tias, primas e irmã são daquelas que não fogem à luta. O meu trabalho é uma homenagem a todas essas mulheres, as anônimas que sustentam as suas casas, às mulheres da minha família, às heroínas e a todas aquelas que lutam diariamente pela liberdade de serem negras”, reforça o artista. Serviço: Exposição “Musas, negras e crespas”, de Fabiano Fernandes Data: de 09/05 até 09/06/2016 Horário de visitação: segunda à sexta-feira, das 10h às 17h Endereço: Rua Prof. Heitor Carrilho, 81 – Centro – Niterói/RJ ENTRADA FRANCA |
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Museu da Justiça
TJRJ inaugura exposição retratando crimes que abalaram o Rio de Janeiro
O Museu da Justiça do Rio de Janeiro inaugurou na terça-feira, dia 12, a exposição “Dez crimes que chocaram o Rio de Janeiro”, inspirada em uma série produzida pela repórter do Globo Maria Elisa Alves. São relembrados episódios que ficaram no imaginário da população, como o sequestro do menino Carlinhos, o caso Sacopã, a chacina de Vigário Geral, o crime passional cometido pela atriz Dorinha Duval e as mortes de Daniella Perez e Cláudia Lessin Rodrigues.
Idealizada pelo diretor-geral de Comunicação e de Difusão do Conhecimento do Tribunal de Justiça do Rio, Mauro Ventura, a exposição, com visitação gratuita, acontece no espaço anexo ao Salão Histórico do Tribunal do Júri e ficará aberta ao público até o dia 21 de maio, de segunda a sexta, das 10h às 19h. Aos sábados, das 13h às 17h.
Mauro destacou o espaço selecionado para a exposição. “Não poderíamos escolher outro lugar senão ao lado do antigo Tribunal do Júri, onde foram realizados os julgamentos de vários dos casos retratados na série do Globo”, explicou o diretor-geral.
A jornalista Maria Elisa Alves se disse emocionada pela reportagem ter se transformado em uma mostra do TJRJ. “Fiquei muito feliz. Quero parabenizar a equipe do Tribunal de Justiça porque a exposição traz imagens e documentos que não constam nas reportagens, enriquecendo ainda mais o trabalho”, avaliou.
Os processos foram digitalizados e partes deles estão disponíveis ao público em totens com tela de computador que exibem conteúdo audiovisual. Os próprios processos também estão à mostra na exposição. Também há 20 painéis com fotos, textos e reproduções de páginas de jornal sobre os 10 crimes incluídos na série de reportagens do Globo.
O Diretor do Arquivo do TJRJ, Marcio Ronaldo Teixeira, falou sobre a dificuldade de encontrar alguns dos processos para a exibição. “Além do trabalho para localizá-los, já que ficaram conhecidos pelo nome popular, como ‘Caso Carlinhos’, foi preciso realizar um trabalho de restauração e digitalização, porque eles tramitaram por várias serventias ao longo de muitos anos, no Tribunal, no Ministério Público, tendo sido manipulados por servidores, magistrados, defensores, advogados, enfim, afetando sua preservação”, explicou.
A ideia de realizar a mostra, segundo o diretor do Museu da Justiça, Marco Antônio Sampaio, surgiu de uma conversa informal com Mauro, quando comentavam sobre a série do Globo. “Eu falei para ele que o TJRJ possuía o acervo de processos dos crimes abordados na reportagem. Assim colocamos a ideia em prática”, revelou Marco Antônio. Mauro destacou que a exposição era uma maneira ainda de acompanhar as transformações pelas quais passou a sociedade e a própria Justiça, citando o caso do assassinato de Ângela Diniz por Doca Street. No primeiro julgamento, a defesa foi bem-sucedida alegando a tese da legítima defesa da honra.
Debate revela bastidores da apuração dos crimes
Na abertura da exposição, a jornalista Maria Elisa Alves participou de debate contando os bastidores da apuração das matérias sobre os crimes. Marcio e Marco Antônio também participaram do bate-papo, falando sobre a guarda e a preservação desses e outros processos históricos, e explicando ao público como acessá-los.
terça-feira, 12 de abril de 2016
Museu da Justiça
Exposição e debate no Museu da Justiça lembram crimes que mobilizaram a sociedade carioca
O Museu da Justiça sedia a partir desta terça-feira, dia 12, a exposição “Dez crimes que chocaram o Rio de Janeiro”, inspirada em uma série produzida pela repórter do ‘Globo’ Maria Elisa Alves. A exposição fica aberta até o dia 21 de maio.
No mesmo dia, às 18h, um debate reúne a jornalista, que vai falar sobre os bastidores das reportagens, o diretor do Arquivo do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Marcio Ronaldo Teixeira, e o diretor do Museu da Justiça, Marco Antônio Sampaio. O encontro será no Antigo Tribunal do Júri. “Isso traz um forte simbolismo. Muitos dos casos da série foram julgados lá, e o público de agora vai ter a experiência de estar onde as pessoas que participaram dos julgamentos estiveram”, avaliou Mauro Ventura, diretor-geral de Comunicação e de Difusão do Conhecimento (DGCOM).
O evento, que é gratuito, reconstitui casos que ficaram no imaginário da população, como o sequestro do menino Carlinhos, a chacina de Vigário Geral e as mortes de Daniella Perez, Aída Curi, Mônica Granuzzo e Cláudia Lessin Rodrigues.
Mauro destacou a oportunidade oferecida pelo evento para aproximar ainda mais o Poder Judiciário da sociedade. De acordo com ele, é uma forma de resgatar uma parte da história do estado do Rio e de se ter uma perspectiva histórica, permitindo reflexões e análises sobre as transformações pelas quais passou a Justiça. É o caso, por exemplo, do assassinato da socialite Ângela Diniz pelo namorado, Doca Street. À época, prevaleceu a tese de legítima defesa da honra.
“Temos um Arquivo que é referência no país. Queremos que o público conheça o trabalho exemplar de guarda e preservação dos processos históricos feito pelo Arquivo e pelo Museu da Justiça. E que também descubra como ter acesso a esses processos", destacou ainda o diretor, que acredita que o evento interessa não só a estudantes e profissionais das áreas de Comunicação, Direito, História, Museologia e Arquivologia como também à população em geral.
terça-feira, 5 de abril de 2016
Sala de Cultura Leila Diniz
A arte da poesia
Sala de Cultura Leila Diniz recebe
a exposição Imagens Poéticas
A poesia ao ar livre ocupará as quatro paredes da Sala
de Cultura Leila Diniz entre os dias 7 e 29 de abril.
A exposição “Imagens Poéticas” conta com 20 poetas que
fazem parte do movimento literário “Escritores ao ar
Livro”, que completa oito anos em 2016, e acontece aos
domingos na Praça Getúlio Vargas, em Icaraí.
Para celebrar a poesia, o grupo enche as paredes
da Sala de Cultura com suas histórias. São textos
diversos escritos com a sensibilidade de cada poeta
envolvido com o mundo da escrita. Palavras
refletidas. Imagens poéticas. As 21 obras expostas
atraem os amantes da arte escrita e falada,
comunicando e encantando o público.
O curador da exposição, Paulo Roberto Cecchetti,
comemora a parceria inédita com a Sala de Cultura.
“A Leila Diniz vem fazendo um trabalho único e múltiplo,
pois acolhe todo tipo de manifestação artística; é –
para nós, poetas – um excelente espaço para,
quiçá, outras exposições.”
SERVIÇO: Exposição “Imagens Poéticas” Quando: de 07/04 a 29/04/2016 Onde: Sala de Cultura Leila Diniz Endereço: Rua Prof. Heitor Carrilho, 81, Centro – Niterói/RJ Horário de visitação: segunda à sexta-feira, das 10h às 17h ENTRADA FRANCA |
terça-feira, 1 de março de 2016
Sala de Cultura Leila Diniz
Exposição
“Metamorfoses”
Exibição conta com produções de design
arrojado feitas do reaproveitamento de lonas
publicitárias
A Sala de Cultura Leila Diniz exibirá, entre os dias 3
de março e 1º de abril, a exposição "Metamorfoses".
Organizada pela empresa social Tem Quem Queira,
a mostra traz peças produzidas através da reciclagem
de banners, lonas vinílicas de publicidade e de ações
promocionais. Como resultado, objetos únicos, como
bolsas, malas, nécessaires e moda casa dão nova vida
ao que seria descartado.
Com o propósito de transmitir a mensagem de
um processo profundo e real de transformação, e
para proporcionar uma exposição de caráter mais
metafórico, é que surgiu o nome Metamorfoses a
essa mostra, o que faz alusão, também, a todo esse
procedimento de mudança que o material e as pessoas
passam. A apresentação segue a lógica das
quatro fases da metamorfose, contando em imagens
as fases da produção, do molde, a peça em processo
de costura e pronta.
Responsável pela exibição, a Tem Quem
Queira acredita que boas ideias e atitudes simples
podem mudar o planeta. Sendo assim, ela investe nesta
causa, a fim de criar oportunidades, gerar renda e
possibilitar a reinserção social de presidiários,
ex-presidiários e também moradores de comunidades,
que geram mão de obra para a empresa. “A Tem Quem
Queira nada mais é do que uma porta de transformação
tanto para a lona, que é um material utilizado
com finalidade específica e descartado no
meio-ambiente, quanto para as pessoas envolvidas
no projeto”, explica a organizadora do evento, Gabriela Hall.
SERVIÇO: Exposição “Metamorfoses” Quando: de 03/03 a 01/04/2016 Onde: Sala de Cultura Leila Diniz Endereço: Rua Heitor Carrilho, 81, Centro – Niterói – RJ Horário de visitação: segunda a sexta-feira, das 10h às 17h ENTRADA FRANCA |
domingo, 31 de janeiro de 2016
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Ilha do Governador
Hoje, dia 9 de dezembro, e na quinta-feira, dia 10, nossa querida biblioteca Euclides da Cunha, na Ilha do Governador, recebe uma exposição de peças para o lar.
Materiais de qualidade, como a louça, muito bonitos.
Venha fazer uma visita. Aproveite para conhecer também a exposição "Rio: Coração do Artista!"
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Biblioteca Ilha do Governador
No mês de novembro tivemos a linda exposição da UAIG, a União dos Artistas da Ilha do Governador.
Será sucedida por mais uma exposição de "A Arte e o Artista em Primeiro Plano", que acontece em todo mês de dezembro.
"Rio: a Cidade do Artista"!
Começa neste sábado, dia 5 de dezembro, e sua vernissage acontece nesse dia, a partir das 14 horas, no auditório Marcelo de Ipanema.
Com muitas brincadeiras, jogos, contação de estórias.
Uma tarde de brincadeiras, risos e felicidade.
De graça. Aberta a todos.
É só vir.
Prestigie o artista insulano. Prestigie sua biblioteca.
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Sala de Cultura Leila Diniz
“Cores do Inconsciente” é a
exposição de novembro
Mostra de quadros traz a arte vinda das camadas mais profundas da mente humana
Em novembro, a Sala de Cultura Leila Diniz
se prepara para receber uma invasão de cores.
Trata-se da nova exposição “Cores do
Inconsciente”, do artista plástico,
escritor e psicanalista Carlos Eduardo Leal.
Composta em sua maioria por obras abstratas,
que buscam despertar a emoção e a
sensibilidade no público, a mostra será
inaugurada no dia 18 de novembro, às
18h, ficando exposta até 23 de dezembro.
A abertura contará com a presença dos
músicos Lena Verani (clarinete) e Luiz
Flavio Alcofra (violão).
Autodidata na pintura, Carlos Eduardo
Leal é doutor em Psicologia Clínica
pela Pontífice Universidade Católica do Rio
de Janeiro (PUC-RJ) e professor de
pós-graduação em Psicanálise da Santa
Casa de Misericórdia. Além disso, é autor
cinco livros, sendo três romances, dois
de poesia e um infantil.
Natural de Niterói, Carlos conta que
seus quadros são frutos da manifestação
do seu inconsciente na hora do processo
criativo. “Na pintura abstrata, muito mais
do que na figurativa, o inconsciente
transparece na forma sublimatória das
cores e dos movimentos nas artes
plásticas. Quero despertar nas pessoas
algo que está oculto e que não se vê à
primeira vista”, comenta.
Uma das técnicas que utiliza na
criação é deixar que as cores e formas
ganhem vida nas telas de maneira fluídica.
E, para isso, conta com um importante
aliado: a música. “Muitas vezes o ritmo
do pincel acompanha a melodia”, explica.
Juntamente à exposição, Carlos traz o
lançamento do seu livro “O céu da
Amarelinha”, que conta a história de
um drama na família da menina Lívia.
Filha única e muito desejada, Lívia tem
o físico da mãe, mas o gênio, o jeito e
os gostos do pai, especialmente a
fascinação pelo jogo da amarelinha.
Contudo, quando uma tragédia toma
de assalto o seio dessa família
inesperadamente, levando Santiago
para o hospital, a garota teme pela
perda do seu melhor amigo.
Serviço: Exposição “Cores do Inconsciente” Data: 18/11/2015 a 23/12/2015 Horário de visitação: de segunda à sexta-feira, das 10h às 17h Endereço: Rua Heitor Carrilho n° 81 – Centro – Niterói ENTRADA GRATUITA |
terça-feira, 10 de novembro de 2015
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Pavilhão do Café
De dia 3 a 30 de novembro, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP apresenta a exposição Pavilhão do Café, um dos nove pavilhões internacionais vindos da Expo Milão 2015.
A exposição conta com painéis fotográficos, desenhos e textos dos três projetos desenvolvidos para o pavilhão pelas equipes da USP e do POLIMI. Serão apresentadas também imagens do workshop realizado em outubro de 2012, em Milão (ano em que se iniciou o trabalho da Expo Milão).
O projeto foi desenvolvido pela equipe da FAU, coordenada pelo professor Francisco Spadoni e composta pelos arquitetos e estudantes da Pós-Graduação Alexandre Hepner, Cesar Shundi Iwamisu e Ricardo Gonçalves, em colaboração com o Politécnico di Milano.
A exposição é aberta ao público, com entrada gratuita, e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas, no Salão Caramelo da FAU, na Rua do Lago, 876, Cidade Universitária, São Paulo.
Mais informações: (11) 3091-4557
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Sala de Cultura Leila Diniz
50 anos de cinema com
Luiz Carlos
Lacerda
Exposição na Sala de Cultura Leila Diniz conta
história
do cineasta brasileiro
Para celebrar os 50 anos da carreira cinematográfica
do diretor, cineasta e produtor Luiz Carlos Lacerda,
carinhosamente conhecido como Bigode, a Sala de Cultura
Leila Diniz, em parceria com a Universidade Federal
Fluminense (UFF) abre espaço para a exposição
"Luiz Carlos Lacerda, 50 anos de cinema".
O evento oficial de abertura da exposição acontecerá
no dia 3 de novembro, às 18h, e entre os dias 3 e 12
de novembro, materiais como negativos de imagem e
som, cartazes, fotos de cena e filmagens, críticas da
imprensa, além de itens pessoais como poemas,
desenhos e fotografias de família, poderão ser
no espaço cultural niteroiense.
Ao longo de cinco décadas, Bigode construiu sua
carreira com o Rio de Janeiro como cenário. Começou
a trabalhar aos 19 anos com Rui Santos, no filme
"Onde a Terra começa". Também esteve ao lado
de novos como Nelson Pereira dos Santos e Cacá
Diegues, até começar a filmar sozinho. Um de seus
trabalhos mais memoráveis é "Leila Diniz",
de 1987 - uma homenagem a uma das maiores
estrelas do cinema brasileiro e que foi dirigida
pelo amigo Bigode no filme "Mãos Vazias".
"Não por acaso, é uma coincidência das
mais felizes. Quando pensamos na mostra de filmes
organizada pelo Centro de Artes da UFF, imediatamente
pensamos na Sala de Cultura Leila Diniz para abrigar
uma exposição que, ao mesmo tempo em que celebra
o trabalho e a vida de um cineasta brasileiro, o
faz também, diretamente, através de uma de suas
principais musas", conta João Luiz Vieira, professor
de cinema da UFF e coordenador da exposição.
Ele destaca o que não pode deixar de ser visto
na mostra, como fotos dos bastidores e os materiais
pessoais como desenhos da juventude, que, para ele,
já demonstram um apuro visual do diretor. "As fotos
que mostram filmagens são sempre reveladoras do
que está por trás das câmeras e do modo de produção
e feitura dos filmes. Um lado informativo que sempre
desmonta um certo glamour que muita gente associa
ao cinema. As dificuldades que envolvem a realização
de um filme ficam transparentes quando vemos parte
desse material. E isso valoriza ainda mais o trabalho final.
Além disso, também considero bastante importante
conhecermos mais sobre a vida de realizadores, suas
motivações, suas influências. E perceber um artista
em formação quando nos deparamos com belíssimos
desenhos de juventude (e mesmo da época de criança)
que já indicam um apuro visual, um cuidado com a
composição do filme, seus enquadramentos.
Também me impressionou muito, ao tomar um contato
maior com todos esses materiais, a veia literária e poética
do Bigode que parece, desde criança, se expressar em
termos de imagens, mesmo através da palavra escrita.
Há uma redação da época do curso primário onde isso
fica bastante evidente. Esse original estará lá na exposição",
conta o curador.
Complementando a exposição, acontecerá no Centro
de Artes da UFF, entre os 20 a 25 de novembro, a
mostra de filmes de Luiz Carlos Lacerda. Em seguida,
exposição e mostra de filmes irão para o Museu de
Arte Moderna (MAM).
"O ideal mesmo será ver a exposição e depois
acompanhar os filmes no Cine Arte UFF. Acredito que
muita coisa fará mais sentido nessa dupla viagem
aos filmes e à exposição, um caminho de mão dupla",
convida João Luiz Vieira.
Serviço: Exposição "Luiz Carlos Lacerda, 50 anos de cinema" Data: 03/11/2015 a 12/11/2015 Horário de visitação: 2ª a 6ª das 10h às 17h Endereço: Rua Heitor Carrilho n° 81 – Centro – Niterói ENTRADA GRATUITA |
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